terça-feira, 22 de junho de 2010
Campeões das copa
Uruguai (1930) / Itália (1934) / Itália (1938) / Uruguai (1950) / Alemanha (1954) / Brasil (1958) / Brasil ( 1962) / Inglaterra ( 1966) / Brasil (1970) / Alemanha (1974) / Argentina (1978) / Itália (1982) / Argentina (1986) / Alemanha (1990) / Brasil (1994) / França (1998) / Brasil (2002)/ Itália (2006)/Espanha (2010).
terça-feira, 15 de junho de 2010
Nosso Blog na copa



De quatro em quatro anos, seleções de futebol de diversos países do mundo se reúnem para disputar a Copa do Mundo de Futebol.A competição foi criada pelo francês Jules Rimet, em 1928, após ter assumido o comando da instituição mais importante do futebol mundial: a FIFA ( Federation International Football Association).
A primeira edição da Copa do Mundo foi realizada no Uruguai em 1930. Contou com a participação de apenas 16 seleções, que foram convidadas pela FIFA, sem disputa de eliminatórias, como acontece atualmente. A seleção uruguaia sagrou-se campeã e pôde ficar, por quatro anos, com a taça Jules Rimet.
Nas duas copas seguintes (1934 e 1938) a Itália ficou com o título. Porém, entre os anos de 1942 e 1946, a competição foi suspensa em função da eclosão da Segunda Guerra Mundial.
Em 1950, o Brasil foi escolhido para sediar a Copa do Mundo. Os brasileiros ficaram entusiasmados e confiantes no título. Com uma ótima equipe, o Brasil chegou à final contra o Uruguai. A final, realizada no recém construído Maracanã (Rio de Janeiro - RJ) teve a presença de aproximadamente 200 mil espectadores. Um simples empate daria o título ao Brasil, porém a celeste olímpica uruguaia conseguiu o que parecia impossível: venceu o Brasil por 2 a 1 e tornou-se campeã. O Maracanã se calou e o choro tomou conta do país do futebol.
O Brasil sentiria o gosto de erguer a taça pela primeira vez em 1958, na copa disputada na Suécia. Neste ano, apareceu para o mundo, jogando pela seleção brasileira, aquele que seria considerado o melhor jogador de futebol de todos os tempos: Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.
Quatro anos após a conquista na Suécia, o Brasil voltou a provar o gostinho do título. Em 1962, no Chile, a seleção brasileira conquistou pela segunda vez a taça.
Em 1970, no México, com uma equipe formada por excelentes jogadores ( Pelé, Tostão, Rivelino, Carlos Alberto Torres entre outros), o Brasil tornou-se pela terceira vez campeão do mundo ao vencer a Itália por 4 a 1. Ao tornar-se tricampeão, o Brasil ganhou o direito de ficar em definitivo com a posse da taça Jules Rimet.
Após o título de 1970, o Brasil entrou num jejum de 24 anos sem título. A conquista voltou a ocorrer em 1994, na Copa do Mundo dos Estados Unidos. Liderada pelo artilheiro Romário, nossa seleção venceu a Itália numa emocionante disputa por pênaltis. Quatro anos depois, o Brasil chegaria novamente a final, porém perderia o título para o pais anfitrião: a França.
Em 2002, na Copa do Mundo do Japão / Coréia do Sul, liderada pelo goleador Ronaldo, o Brasil sagrou-se pentacampeão ao derrotar a seleção da Alemanha por 2 a 0.
Em 2006, foi realizada a Copa do Mundo da Alemanha. A competição retornou para os gramados da Europa. O evento foi muito disputado e repleto de emoções, como sempre foi. A Itália sagrou-se campeã ao derrotar, na final, a França pelo placar de 5 a 3 nos pênaltis. No tempo normal, o jogo terminou empatado em 1 a 1.
Em 2010, pela primeira vez na história, a Copa do Mundo será realizada no continente africano. A África do Sul será a sede do evento.
13 gols Em 2014, a Copa do Mundo será realizada no Brasil. O evento retornará ao território brasileiro após 64 anos, pois foi em 1950 que ocorreu a última copa no Brasil.
Curiosidades sobre a História da Copa do Mundo de Futebol
- O recorde de gols em Copas é do francês Fontaine com ;
- O Brasil é o único país que participou de todas as Copas do Mundo;
- O Brasil é o país com mais títulos conquistados: total de cinco;
- A Itália foi quatro vezes campeã mundial. A Alemanha foi três vezes, seguida das bi-campeãs Argentina e Uruguai. Inglaterra e França possuem apenas um título cada;
- A Copa do Mundo é o segundo maior evento esportivo do planeta;
- As Copas do Mundo da França (1998) e Japão / Coréia do Sul (2002) foram as únicas que tiveram a participação de 32 seleções. A Copa do Mundo da Alemanha 2006 teve o mesmo número de seleções participantes.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Reino monera

sexta-feira, 14 de maio de 2010
Pesca e meio ambiente


A grande extensão do litoral brasileiro faz com que, ingenuamente, exista uma concepção, fundada no chamado senso comum, no sentido de que os proble mas alimentares do Brasil serão resolvidos pela pesca. Afirma-se que com tanto peixe no mar seria fácil acabar com a fome. Aparentemente, o governo brasileiro é adepto de tal teoria, pois chegou a criar uma Secretaria Especial de Pesca, cujo titular é um dos cerca de 30 (trinta) ministros que formam o ga binete do Presidente Luis Inácio Lula da Silva. A realidade, no entanto, é bastante diferente. Com efeito, a pesca não é uma solução para os problemas alimentares e, sem dúvida alguma, ela própria está passando por graves dificuldades, com constantes reduções de volume pescado em razão da sobrepesca que é largamente praticada nos sete ma res. No caso brasileiro, não pode passar sem registro o fato de que a pesca se encontra em meio a um conflito latente com a indústria do petróleo, em ra zão da crescente exploração de petróleo na nossa plataforma continental. Infe lizmente, as autoridades responsáveis não têm tratado da questão como seri a desejável. Fundamentalmente, as questões ambientais são decorrentes de conflitos de uso. Explico-me melhor: dois ou mais sujeitos pretendem dar utilização diver sa para uma mesma área ou recurso ambiental. Vamos nos ater ao exemplo de uma praia. Entre os vários grupos que a disputam existem interesses di versos: (i) um grupo pretende utilizá-la para jogar frescobol, (ii) outro para jo gar futebol, (iii) um terceiro pretende passear com cachorros, (iv) um outro quer pescar, (v) alguns desejam tomar banho de mar, bem como passear com crianças e assim sucessivamente. Estas diferentes opções têm dificul dade de convivência, necessitando um árbitro para estabelecer as regras a serem seguidas por todas as partes. O poder de polícia existe para organi zar os interesses de cada um desses grupos e, principalmente, para assegu rar que a praia continue a prestar os seus serviços para a comunidade. |
USO ECONÔMICO DAS PLANTAS

.jpg)
São espécies com princípios ativos para uso medicinal, cosmético e controle de pragas
Mais de 10 mil espécies de plantas da Amazônia são portadoras de princípios ativos para uso medicinal, cosmético e controle biológico de pragas. A região concentra também outras 300 espécies de frutas comestíveis e uma rica fauna silvestre. Ao todo, a Amazônia guarda em suas florestas, várzeas, cerrados e rios, um total de 33 mil espécies de plantas superiores. É o que aponta o Plano de Amazônia Sustentável (PAS), lançado este ano pelo governo federal. O plano faz um diagnóstico detalhado da realidade e potenciais econômicos amazônicos.
Ainda poucos significativos em termos macroeconômicos, os produtos florestais não-madeireiros, em especial as plantas medicinais, podem se tornar, se tiverem sua exploração incentivada corretamente, em atrativa e rentável atividade econômica para os povos da Amazônia. É o caso específico das ervas e plantas com aplicação nas áreas medicinais e de cosméticos.
“Esse segmento tem tudo para crescer e se tornar uma atividade lucrativa em vários estados da Amazônia desde que se profissionalize”, prevê o pesquisador Juan Revilla Cordenas, doutor em Ciências Biológicas. Cordenas atua na área de botânica do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus (AM), órgão que é referência em estudo de produtos não-madeireiros.
O pesquisador avalia que o aproveitamento dos atuais produtos florestais não-madeireiros pode significar a geração de emprego e renda para o ribeirinho, o caboclo, e melhorar a qualidade de vida das pessoas que lidam diretamente com a coleta, armazenamento e venda das plantas medicinais, por exemplo.
Cordenas avalia, no entanto, que o extrativismo a ser praticado na Amazônia deve ser planejado. “Não é a descoberta de princípios ativos de remédios — o grande interesse da indústria — que vai ajudar”, avalia. Muitas vezes, diz ele, o caboclo da Amazônia repassa seu conhecimento sobre os poderes medicinais das plantas, os laboratórios descobrem poderosos medicamentos, mas não recebe royalties algum.
Plantas de grande potencial
Em Manaus, o Inpa emprega grande dos seus recursos à pesquisa e à descoberta do potencial das plantas da Amazônia. E o resultado é surpreendente. São cerca de 300 espécies nativas da Amazônia ou nela introduzi já catalogadas pelo instituto e com potencial para as áreas medicinal, fitoterápica, aromática e de cosméticos. “O que falta é operacionalizar a produção local de medicamentos e cosméticos com a utilização de plantas amazônicas”, diz ele.
O pesquisador Juan Cordenas é autor do livro “plantas da Amazônia — Oportunidades Econômicas e Sustentáveis”, editado pelo Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Amazonas, em parceria com o Inpa. O livro cataloga as potencialidades comerciais de 72 espécies de plantas da Amazônia, nativas e introduzidas, que têm aplicação garantida nas áreas medicinal e de cosméticos.
Já o PAS indica uma grande variedade de produtos florestais para a alimentação. São espécies que podem ser usadas tanto no consumo próprio quanto em escala comercial. A lista inclui açaí, araçá, araticum, babaçu, bacaba, bacuri, biribá, buriti, buritirana, cacau, caju, camu-camu, cupuaçu, graviola, jambo, jenipapo, mamorana, mangaba, murici, pequi, pitanga, pupunha, sapota, taperebá, umbu e uxi.
Atualmente, alguns produtos florestais da Amazônia são comercializados em mercados nacionais: o açaí, o guaraná, as frutas tropicais — em forma de polpas, doces e sorvetes —, o palmito (pupunha e açaí), diversos fitoterápicos e fitocosméticos, o couro vegetal, o artesanato de capim dourado e o artesanato indígena.
Além desses, existem outros produtos não-madeireiros com grande valor de exportação: castanha do Brasil, jarina (o marfim vegetal), a rutila e jaborandi (princípios ativos), pau-rosa (essência de perfume), e resinas e óleos.
Para o governo, esses produtos podem alcançar nichos significativos em nível nacional. “Estes nichos podem garantir escala suficiente para prover meios de vida sustentáveis com a diversidade socioambiental amazônica”, destaca o Plano Amazônia Sustentável, quando avalia o potencial dos produtos não-madeireiros da Amazônia.



